planeta tierra verde digital

A sustentabilidade digital é, atualmente, uma das principais iniciativas para o futuro da nossa sociedade. A união de tecnologias com estratégias para preservar o meio ambiente nas últimas décadas, passou de uma ideia para se tornar uma necessidade.

As possíveis mudanças climáticas, potencializadas pelos séculos de uso dos recursos naturais pela humanidade, acenderam um alerta: se quisermos evitar a piora do meio ambiente e de nossas vidas, precisamos mudar a forma como usamos esses recursos.

Nesse sentido, nós da Globant resolvemos falar um pouco, neste texto, sobre uma das principais iniciativas para preservação natural quando se trata de empresas: ESG. Confira!

O que é ESG?

É difícil falar de ESG ou sustentabilidade digital sem entender que ela não tem um significado isolado, mas, sim, é composta por três pilares: econômico, ambiental e social — também conhecido informalmente em inglês como “Profits, Planet and People”, ou “Enviromental, Social and Governance”, ao pé da letra. Essas três letras são o próximo passo para os processos de transformação digital, que estavam inicialmente focados em desenvolver ou modificar aspectos já existentes de cultura, experiência do cliente e dos negócios ideais.

Agora, o passo seguinte é que essa transformação seja sustentável, ou seja, que se aplique o ESG. Basicamente, estratégias que unem a sustentabilidade e tecnologia, de forma que as ferramentas digitais forneçam os meios para uma empresa transformar (ou criar) negócios e cultura para atingir seus objetivos.

Por que é importante implementá-la no negócio?

A Globant acredita que ter modelos de negócios alinhados às questões ambientais, sociais e de governança vislumbra um compromisso entre a comunidade, o meio ambiente e a empresa, construindo pontes para potencializar impactos.

Implementar ESG como guia é uma forma de avaliar o desempenho da empresa em questões de impacto ambiental e social com seus colaboradores internos e terceiros, bem como com a comunidade, a governança, trazendo mais transparência e ética.

Além disso, é uma forma de se alinhar com práticas que proporcionarão mais rentabilidade e compromisso com a sociedade, melhorando a reputação perante o mercado e os consumidores. 

Um dado interessante é que as tecnologias digitais são responsáveis por 4% das emissões de gases de efeito estufa, número que se espera que se dobre para 2025, e a energia necessária para o setor aumenta 8% por ano. Fica clara a necessidade da inserção de práticas de ESG no mundo dos negócios.

Como ela se aplica atualmente?

Nós, da Globant, podemos afirmar que é impossível ter um negócio sem investir em algum aspecto sustentável. Destacamos que ela não é um estado de bem-estar ou um projeto único. Na verdade, são diferentes processos e muitos de longo prazo. As estratégias voltadas para ESG são mais que um meio de acelerar projetos que permitem reduzir as emissões, são uma maneira de garantir que o software e as ferramentas que usamos também sejam sustentáveis.

Alguns exemplos são o uso de imagens de satélites e algoritmos de machine learning que permitem acompanhar e atuar melhor no desmatamento da floresta amazônica. Além disso, há tecnologias voltadas a monitorar o consumo de energia dessas ferramentas digitais. Hoje, é possível encontrar provedores em nuvem à base de energia renovável.

Quais são os exemplos de sustentabilidade digital?

Ao longo dos anos, as práticas de ESG se estruturaram e evoluíram para desenvolver ferramentas interessantes para controlar e diminuir o impacto de outras tecnologias. Alguns exemplos que nós da Globant podemos citar são:

  • smart energy: por meio de análises de dados e técnicas de machine learning aplicadas aos dados gerados pelas indústrias de energia, podemos criar modelos de consumo e otimização para transformar a forma como a energia é produzida, transportada e consumida. Isso gera e fornece uma energia mais limpa e eficiente, o que, por sua vez, tem impacto direto na redução dos níveis de CO2;
  • circular economy: por meio da digitalização da jornada de um produto, podemos otimizar a redução de resíduos, aumentar a reciclagem e fornecer opções para reutilizar, reparar e reciclar.

Além da transformação de produtos descartados em matérias-primas para outras empresas, que nós chamamos de:

  • digitalização: ao gerar uma versão “digital” de um produto e/ou serviço, podemos ajudar a reduzir a energia e o material necessário;
  • digital twins: uma representação digital de um objeto físico ou processo que permite testar e validar produtos sem gerar desperdício durante a fase de prototipagem.

Quais são as políticas e diretrizes para as empresas se tornarem digitalmente sustentáveis?

É evidente que à medida que aumentou o interesse do mercado em desenvolver iniciativas tecnológicas mais sustentáveis, principalmente, devido à Agenda 2030, criaram-se alguns fundamentos para aplicar essa ideia de sustentabilidade digital. Algumas dessas políticas, se dividem em:

  • treinamentos: o investimento em treinamentos específicos tanto para executivos quanto para seniores, a fim de entender como impulsionar seus negócios na nova economia verde, bem como colaboradores e gestores;
  • análise: a realização de avaliações de riscos e oportunidades materiais climáticas, investindo na elaboração de relatórios sobre meio ambiente, sociais e de governança corporativa (MASG) e due diligence climática. Alinhando o perfil financeiro do negócio com métricas de sustentabilidade de riscos climáticos anteriormente negligenciados;
  • Padrões como Sustainability Accounting Standards Board (SASB), Global Reporting Initiative (GRI) e Task Force on Climate-Related Financial Disclosures (TCFD), para conectar empresas e investidores sobre os impactos financeiros do clima e da sustentabilidade; 
  • emissões: o monitoramento e controle das emissões de carbono. A empresa deve ser capaz de analisar e implementar soluções para reduzi-las. Uma das estratégias é usar o conhecimento técnico e ferramentas digitais para gerenciar e diminuir o consumo de energia, carbono e recursos no caminho para a certificação da neutralidade de carbono.

A implementação do Roteiro 51 a 0, por exemplo, consiste em reduzir as emissões de CO2 de 51 bilhões de toneladas a 0 nos próximos 30 anos. Nesse sentido, as empresas devem criar mudanças organizacionais fundamentais, com a tecnologia no centro, passando por uma transição para iniciativas mais sustentáveis e com zero emissões de carbono.

Até aqui, falamos sobre os fundamentos e de como é possível aplicar a sustentabilidade digital ou ESG em um negócio. Nesse cenário, é essencial investir não só em tecnologias, mas também em processos que sejam capazes de monitorar quais são os impactos. Além disso, promover o conhecimento para todos os colaboradores e gestores de forma que seja possível atingir o crescimento de forma sustentável.

Caso a sua empresa precise de ajuda para implementar a sustentabilidade digital, mas não sabe por onde começar, convidamos a entrar em contato com a Globant! Temos diversos serviços para ajudar o seu negócio. Conheça mais! 

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